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quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Como ler códigos de barras

COMO ler códigos de barras ... (todos devem saber)
Sempre leia os rótulos dos alimentos que você compra - não importa qual a frente da caixa ou pacote DIZ, vire-o e leia a parte traseira no código de barras

ATENÇÃO! Com muitos alimentos e produtos de pet agora vindo da China, é melhor ter a certeza que ler o rótulo do supermercado e, especialmente, ao comprar produtos alimentícios.

Muitos produtos não mostrar onde elas foram feitas, só dão onde o distribuidor está localizado.
O mundo inteiro está preocupado com a China-made "bens de coração negro".
Você pode diferenciar qual é feito em Taiwan ou na China? O mundo também está preocupado com OGM (Organismo Geneticamente Modificado) alimentos; animais alimentados com esteróides (ex: 45 dias de frangos de corte de idade).
É importante ler o código de barras para rastrear sua origem.

Como ler códigos de barras .... interessante!
Se os três primeiros dígitos do código de barras são
690, 691 ou 692, o produto é fabricado na China.

471 é Made in Taiwan.
Se os três primeiros dígitos do código de barras são 00-09, em seguida, é feito ou origem nos EUA.
Este é o nosso direito de saber, mas o governo e os respectivos departamentos nunca educam o público, por isso nós temos que salvar a nós mesmos.
Hoje em dia, os empresários chineses sabem que os consumidores não preferem produtos "Made in China", por isso eles não mostram de que país ela é feita.
No entanto, agora você pode consultar o código de barras -
Lembre-se os três primeiros dígitos são:

789 - BRASIL
890 ...... feito na Índia
690, 691, 692 ... MADE IN CHINA
00-09 ................ EUA e Canadá
30-37 ................ FRANÇA
40 - 44 ............. ALEMANHA
471 ...................Taiwan
45 e 49 ........... JAPÃO
489 ...................HONG KONG
50 ............. Reino Unido
57 ............. DINAMARCA
59...............CIUMARA
64 ............. FINLÂNDIA
76 ............. SUÍÇA e LIENCHTENSTIEN
471 ......... . Taiwan
628 ............ ARÁBIA SAUDITA
629 ............ EMIRADOS ÁRABES UNIDOS
740 e 745.....AMÉRICA CENTRAL
Fonte:joaosneri

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Guarabira Paraíba



Avenida Padre Inacio de Almeida

Bairro Novo Guarabira PB

Bairro Prima Vera




Prima Vera Guarabira PB

Animais soltos nas cidades e rodovias do brejo paraibano torna muito perigoso para quem não conhece essa região


Av: Padre Inacio de Almeida dia 16/01/2013
Sou Guarabirense mas moro em São Paulo a 20 anos, mas sempre estou visitando minha cidade natal. Nos últimos anos tenho visto progresso desta cidade crescer, junto com as cidades vizinhas, apesar da falta de chuvas nos últimos anos. Guarabira e cidades vizinha sofre com a falta de respeito de proprietários de animais que deixa soltos em plena cidade andando juntos com os carros em plenas avenidas, espero que esses novos prefeitos veja isso junto com seus secretários e vereadores, esse caso dos animais soltos nas estradas  e cidades, sem falar das rodovias próxima a Guarabira.
E o maior perigo entre Guarabira e Cuitegi sempre tem vários animais no meio da pista, próximo a Chã do Bodeiro,  até quando vamos ter acidente e perdendo vida por causa de irresponsabilidade destas pessoas que deixa seus animais solto na rua, ou na estrada, quem mora nesta localidades pode está acostumado a ver isso mas quem passa por estas localidade acha isso uma vergonha para os órgãos responsáveis por esse setor.
João Neri

terça-feira, 4 de setembro de 2012

Guarabira Paraiba

Guarabira é um município brasileiro localizado no estado da Paraíba. Seu nome, de origem tupi, significa "morada das garças", é uma das cidades mais populosas do estado.

Situa-se a 98 quilômetros da capital João Pessoa, a 100 quilômetros de Campina Grande, maior cidade do interior paraibano; a 198 quilômetros de Natal, a capital do Rio Grande do Norte; e a menos de 250 quilômetros do Recife, a capital de Pernambuco.

Comércio
O município de Guarabira tem um comércio muito dinâmico. Geograficamente o município está localizada em uma região em que polariza mais de 30 cidades, todas tendo um forte vínculo com o município, que conta com grandes redes de lojas vindas da Capital, bem como de outros grandes centros do País. Visando este fortalecimento do comércio, em 2011 uma grande exposição começou a fazer parte do calendário de negócios da região, a ExpoBrejo traz todas as tendências de negócios e a capacidade do comércio de Guarabira e Região.

Indústria
Além da economia baseada no comércio, o setor industrial tem apresentado grande desenvolvimento nos últimos anos.

Turismo
A Festa da Luz, que ocorre todo mês de Janeiro, traz milhares de pessoas de outras cidades estados, com atrações de renome nacional, com artistas da terra e espaços temáticos, como o Pilõezinhos e o Cuitegí, onde os participantes ficam da tarde até a noite se divertindo e comendo pratos típicos da região.

Transportes
Guarabira está situada em um entroncamento de 05 rodovias estaduais paraibanas, encontrando-se em uma localização estratégica, situada a 98 km da capital João Pessoa, 100 km de Campina Grande, 199 km do Recife, 145 km de Natal e 224 km de Caruaru. Não possui rodovias federais.

segunda-feira, 21 de maio de 2012

O Assédio Moral, assim como o assédio sexual seguirá o mesmo caminho. Mais cedo ou mais tarde também se tornará um CRIME. Já existe um Projeto de Lei - PL4742/2001 tramitando no Congresso Nacional. Especificamente na Câmara Deputados. O PL diz o seguinte:

PROJETO DE LEI N° 4.742, DE 2001

(Do Sr. Marcos De Jesus)

Introduz art. 146-A no Código Penal
Brasileiro - Decreto-Lei n° 2.848, de 7 de dezembro de 1940 -, dispondo sobre o crime de assédio moral no trabalho.
(À Constituição e Justiça e de Redação)

O Congresso Nacional decreta:

Art. 1° O Código Penal Brasileiro - Decreto-lei n° 2.848, de 7-12-1940 - passa a vigorar acrescido de
um artigo 146 A, com a seguinte redação:

Assédio Moral no Trabalho

Art. 146-A. Desqualificar reiteradamente, por meio de palavras, gestos ou atitudes, a auto-estima, a segurança ou a imagem do servidor público ou empregado em razão de vínculo hierárquico funcional ou laboral.
Pena: Detenção de (3 (três) meses a um ano e multa.

Art. 2° Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Justificação

   Nos primórdios da historia do Homem, a produção de bens a serviços era feita pela exploração aos mais fracos pelos mais fortes. A mão de obra escrava era recrutada através de guerras ou comprada como mercadoria.
   Com o passar dos tempos e a visualização humanística do ser humano a força do trabalho, ao lado do capital, recursos naturais e tecnologia, passou a ser considerada fator nobre de produção.
   A lendária figura do feitor, que chegava até a impor sanções físicas, foi substituída pelo líder administrativo, pessoa com conhecimentos de organização e relações humanas.
   Ao trabalhador foi assinada jornada determinada de trabalho, previdência, descanso e lazer, integrados de modo a assegurar-lhe qualidade de vida. Políticas de incentivos buscam reconhecer-lhe o mérito e dar-lhe prestígio integrando-o cada vez mais na organização.
   Ocorre, muitas vezes, na prática, que até a saúde do trabalhador é destruída pela violência cometida por alguns empregadores ou chefes, inclusive no serviço público.
   Não cogitamos da violência corporal ostensiva, já devidamente contemplada na lei penal. Referimo-nos à violência consubstanciada no comportamento abusivo que atinge o psicológico e emocional do cidadão. É a prática reiterada que é temperada o mais das vezes pela ironia, mordacidade e capricho, com evidente desvio de poder.
   Ditados por razões de ordem interna, mas sob a aparente máscara de exercer a autoridade ditada pelo serviço, o chefe passa a tornar atitudes tendenciosas e discriminatórias contra o indigitado empregado, submetendo-o a um verdadeiro festival de torturas. E este, por temor de perder o emprego ou sofrer outro gravame, deixa-se crucificar. As conseqüências afloram posteriormente, sob a forma de doenças psicossomáticas, inclusive.
   A gravíssima situação já foi diagnosticada pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) e os estudos por ela apresentados demonstram que, na União Européia 9% (nove por cento) dos trabalhadores, o que correspondem a 13.000,000 (trezentos milhões) de pessoas, convivem com os tratamentos tirânicos de seus patrões.
   Estima-se que entre 10% (dez por cento) e 15% (quinze por cento) dos suicídios na Suécia sejam decorrentes desse comportamento abusivo.
   No Brasil, o fato foi comprovado por estudos científicos elaborados pela Ora. Margarida Barreto, médica do trabalho e pesquisadora da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, conforme nos noticia a revista Cláudia/abril/2001/p. 116.
   Em estudo preparado em dois anos e meio de pesquisas constatou, a referida médica, que nas consultas por ela realizadas em sindicatos,as pessoas queixavam-se de males generalizados. Aprofundando suas análises verificou que 80% (oitenta por cento) dos entrevistados sofriam dores generalizadas, 45% (quarenta e cinco por cento) apresentavam aumento depressão arterial, mais de 60% (sessenta por cento) queixavam-se das palpitações e tremores e 40%(quarenta por cento) sofriam redução da libido.
   Vale a pena transcrever quadro tabulado, originado ainda dessa pesquisa, que demonstra a maneira como o homem e a mulher respondem à provocação dos seus chefes, provocação esta já denominada assédio moral.

SINTOMAS
MULHERES
HOMENS
Crises de choros
100
-
Dores generalizadas
80
80
Palpitações, tremores
80
40
Sentimento de inutilidade
72
40
Insônia ou sonolência excessiva
69,6
63,6
Depressão
60
70
Diminuição de libído
60
15
Sede de vingança
50
100
Aumento da pressão arterial
40
51,6
Dor de cabeça
40
33,2
Disturbios digestivos
40
15
Tonturas
22,3
3,2
Idéia de suicídio
16,2
100
Falta de apetite
13,6
2,1
Falta de ar
10
30
Passa a beber
5
63
Tentativa de suicídio
-
18,3

   O assunto é relevante e já ensejou em nosso país duas iniciativas, em nível municipal, para coibir o abuso. Tratam-se dos Projetos apresentados em Iracemópolis, interior de São Paulo e na capital deste Estado.
   Na Suécia a matéria foi convenientemente regulada a nível federal; desde 1993 o assédio moral é considerado ação delituosa, conforme nos noticia a mesma revista já citada.
   A conduta que pretendemos tipiticar como crime caracteriza-se pela reiteração de atos vexatórios e agressivos à imagem e a auto-estima da pessoa. Cite-se, como exemplo, marcar tarefas impossíveis ou assinalar tarefas elementares para a pessoa que desempenha satisfatoriamente papel mais complexo; ignorar o empregado, só se dirigindo a ele através de terceiros; sobrecarregá-lo com tarefas que são repetidamente desprezadas; mudar o local físico, sala, mesa de trabalho para outro de precárias instalações,como depósito, garagens, etc.
Acreditamos ter demonstrado, com elementos concretos, a existência de uma conduta nociva e perigosa que urge coibir.
   Tivemos, recentemente, a aprovação pelo Congresso da lei do assédio sexual, que busca coibir comportamento que tem estritas relações de semeIhança com o crime que pretendemos catalogar (lei n° 10.224, de 15 de maio de 2001).
   Essa manifestação do legislativo demonstra sua disposição inequívoca de coibir atos aos quais, até bem pouco tempo, não era dada a devida importância.
   De todo o exposto, temos certeza de que os nobres colegas, sensíveis à grave situação descrita, hipotecarão total solidariedade à aprovação do presente PL.
   Sala das Sessões, 23 de maio de 2001. - Deputado Marcos de Jesus


Fonte: Câmara




No Código Penal Francês Assédio Moral é CRIME desde 2002:
Artigo 222-33-2
Criado pela Lei n º 2.002-73 de 17 de janeiro de 2002 - art. 170 Jornal Oficial da 18 jan 2002
Assediar outros por atos repetidos que tenham por objecto ou efeito uma degradação das condições de trabalho susceptíveis de prejudicar os seus direitos e sua dignidade, de alterar sua saúde física ou mental, ou prejudicar o seu futuro profissional, é punido com um ano de prisão e multa de € 15.000.

sábado, 24 de março de 2012

Eleições 2012: mais um caminhão de promessas chegando?

Autor: Saul Leblon
Eleições municipais costumam ser encaradas como um porto raso da vida democrática. Tudo se passa como se delas não dependesse a questão maior da política, que é a luta pelo poder e, sobretudo, o poder de transformar a sociedade, configurando-se a disputa local como mero entreposto de baldeação para projetos e aspirações superiores.

Ressalvadas as exceções, assim se comportam os políticos de um modo geral em relação aos cargos locais. O mesmo se dá com os partidos e seus programas. O conjunto tende a induzir o eleitor a ponto de vista de igual acanhamento. Há, é verdade, razões objetivas que alimentam essa espiral.

Muitos desafios da vida cotidiana, sobretudo na etapa de supremacia global das finanças desreguladas, não dispõem de instrumentos de reordenação local. Emprego e desemprego, por exemplo, obedecem a dinâmicas que extravasam, cada vez mais, o perímetro municipal.

Se isso é um fato, que desautoriza a ingênua postura do 'municipalismo', essa versão samba canção do modernoso equívoco que postula mudar o mundo sem tomar o poder, há que se questionar, em contrapartida, a indigência da vontade política, inclusive dos partidos de esquerda, de alterar o círculo de ferro que reproduz a dissociação entre a vida cotidiana e o poder que a determina.

Mais que nunca, a cidadania sofre e respira os ares do mundo, mas as pessoas, como dizia o geógrafo Milton Santos, vivem em seus lugares. Sintonizar a agenda dos lugares com as aspirações legítimas de seus moradores é um desafio que já não pode mais ser descartado com o velho remendo do discurso protelatório.